Bem vindo ao blog não oficial do Batalhão de Caçadores 2911/CCS um espaço para partilha de notícias, fotos, recordações e histórias relacionadas com o mesmo. Este Batalhão foi uma força militar formada no Reg. de Infantaria nr.2, em Abrantes, onde lhe foi ministrada a Instrução de Aperfeiçoamento Operacional (I.A.O.), composto pelas Companhias de Comandos e Serviços e de Caçadores 2696/2697/2698, para prestar serviço no Leste de Angola, distrito da Lunda, entre Abr/70 e Jun/72.
sábado, 26 de setembro de 2015
terça-feira, 18 de agosto de 2015
Próximo da entrada de um Novo Ano, este grupo de militares, juntaram-se e, foram junto do Oficial de Dia, o Alferes Vitor Amaral, para lhe desejarem uma boa passagem de ano e que o de 1971 fosse cheio de coisas boas e de saúde. Quase todos eram das Transmissões, ou chegados a elas. Os seus nomes: Luciano, Raulino, Antunes, Amaral, Vieira, Barata, Lopes, Roberto, Santos e Morais (Alfaiate)
domingo, 16 de agosto de 2015
Homenagem aos Militares da Guerra Colonial Portuguesa
Embora, felizmente, o nosso Batalhão, pela sua localização, não tenha passado por situações, tão graves e dramáticas, como a que vimos neste vídeo, ao publica-lo no nosso Blog, não é mais do que prestarmos a nossa homenagem a todos aqueles que, com menos sorte, tiveram que enfrentar todos os problemas e sacrifícios que uma guerra sempre ocasionam.
sábado, 8 de agosto de 2015
segunda-feira, 6 de julho de 2015
“CAÇADORES”
Tendo sido nós integrados num
Batalhão de Caçadores, acho interessante sabermos a origem de tal designação.
Todos nos lembramos do símbolo
que indicava que eramos caçadores; na boina usávamos para sermos identificados,
como tal, uma corneta.
Historicamente o termo “caçador”
foi usado em vários países como: Portugal e Brasil, Alemanha e Áustria (Jager),
França e Bélgica (Chausseur), Espanha (Cazador), etc, etc. Outros países
designaram tropas equiparadas com outros termos como “Riflemen”.
O caçador é um tipo de militar de
cavalaria ou infantaria ligeira. Existindo várias especialidades como: os
caçadores a cavalo, a pé, os de montanha e os paraquedistas.
Em Portugal durante o século XIX,
os caçadores formavam tropas de infantaria, de elite, e ficaram famosos pela
sua atuação na Guerra Peninsular. Mas já anteriormente, no século XVIII, foi
constituído o Regimento de Voluntários Reais (RVR), pelo Conde Lippe, durante a
Guerra Fantástica. Os seus elementos usavam uniformes castanhos, e era composto
por tropas de cavalaria e infantaria ligeira, que tinham como missão
infiltrar-se no interior do território inimigo fazendo sabotagem.
O RVR teve duração curta, pois
foi extinto passado pouco tempo da sua formação. Em 1796 foi criada a Legião de
Tropas Ligeiras, que tinha características semelhantes. Passado cerca de um
ano, em 1797, depois dos resultados obtidos na campanha do Rossilhão, são
criados os caçadores. Assim, os Regimentos de Infantaria passam a contar com
uma companhia de caçadores de infantaria ligeira. Mas, em 1808, durante a
Guerra Peninsular, estas companhias deixaram de existir. Em sua substituição
foram criados Batalhões de Caçadores como unidades totalmente independentes.
Usavam farda castanha, mais castanha do que verde, como a usada pelo Regimento
de Voluntários Reais. Tal a opção teve a ver com o relevo e a paisagem do nosso
país.
Cada Batalhão Integrava uma
companhia de atiradores de elite, e os seus elementos atuavam como exploradores
e flanqueadores. Notabilizaram-se na Guerra Peninsular pela sua capacidade de
tiro de precisão a grandes distâncias. Foram apelidados pelo Duque Wellington
como “galos de combate”.
Em 1829 os Batalhões de Caçadores
são transformados em Regimentos. Entretanto, estes passam a integrar uma
companhia de atiradores. Em 1834 os Regimentos de Cavalaria Ligeira passam a
designar-se “Caçadores a Cavalo”.
Em 1911 os caçadores são extintos
e deixa de existir a distinção entre infantaria de linha e os caçadores. As
unidades deste tipo são transformadas em Regimentos de Infantaria.
A designação de “caçadores” é
recuperada em pleno século XX, sendo atribuída a vários tipos de unidades com
semelhanças à dos antigos caçadores, nomeadamente:
Batalhões de
Caçadores (na metrópole) criados em 1926 e preparados para a defesa das fronteiras;
Caçadores
nativos - a partir de 1930. Guarnições de infantaria nos diversos territórios
do ultramar;
Caçadores –
nome atribuído a partir de 1950 às unidades expedicionárias de infantaria
ligeira, mobilizadas a título eventual, para reforço da guarnição normal dos
territórios do ultramar. Estas unidades eram extintas no final da sua comissão,
normalmente ao fim de dois anos e substituídas por outras. Eram formados
batalhões, compostos por quatro companhias; uma de comando e três operacionais.
Havia, também, companhias independentes. Durante a guerra do ultramar foram
organizados milhares de batalhões de caçadores. No final da guerra existiam
cerca de quatrocentas companhias e oitenta batalhões;
Caçadores para-quedistas – força criada pela Força Área Portuguesa em 1952. Em 1975 esta designação foi abolida passando
a chamar-se “Tropa Para-quedista”;
Caçadores especiais – Organizados a partir de 1960, conhecidos como “Rangers”. Adotaram uma boina castanha com a tradicional corneta de caça. Foram os primeiros a usar camuflado. Mais tarde foram criados os “Comandos
A designação “Caçadores” foi
abolida do Exército Português em 1975, altura em que todos os batalhões foram
extintos ou passaram a chamar-se batalhões ou regimentos de infantaria. Só um
continuou a existir, foi o Batalhão de Caçadores nrº. 5 até 1988, com as
funções de apoio administrativo às comissões liquidatárias das regiões e
comandos militares em extinção.
Fontes: Wilkipédia
Lemos, Juvêncio Saldanha, Os Mercenários do Imperador
Ross, Stevn T. From Flintlock to rifle
Busch, Hartwing, Formationsgeschichte der deutschen infanterie
Chartrand, René, Coelho, Sérgio Veloso, A Infantaria Ligeira da Guerra Peninsular
Martelo, David, Os Caçadores - Os galos de combate do exercito de Wellington
Fontes: Wilkipédia
Lemos, Juvêncio Saldanha, Os Mercenários do Imperador
Ross, Stevn T. From Flintlock to rifle
Busch, Hartwing, Formationsgeschichte der deutschen infanterie
Chartrand, René, Coelho, Sérgio Veloso, A Infantaria Ligeira da Guerra Peninsular
Martelo, David, Os Caçadores - Os galos de combate do exercito de Wellington
sábado, 4 de julho de 2015
CONVÍVIO 2015
Conforme o combinado no almoço-convívio do ano passado, o deste ano realizou-se nas Termas de S. Pedro do Sul, no dia 27 de Junho, com organização do nosso camarada José Gomes. O mesmo teve lugar no Hotel Nossa Senhora da Saúde.
Antes do almoço e após a chegada de todo o pessoal, que aderiu ao acontecimento, foi efetuada uma visita às instalações dos balneários Rainha D. Amélia. Além de outros pormenores foi-nos mostrado um vídeo promocional do concelho de S. Pedro do Sul. Através do mesmo ficamos a conhecer alguns dos belos locais da região.
Seguiu-se o almoço. As entradas foram servidas na esplanada do hotel, o dia assim o convidava. Provaram-se várias especialidades da região ao que se seguiu o almoço propriamente dito. O mesmo decorreu como habitualmente acontece; com apetite e boa disposição.
Estiveram presente 41 camaradas, alguns fizeram-se acompanhar das suas esposas, filhos e até netos, o que deu ao convívio um ambiente bastante agradável.
Em determinado momento, procedeu-se, com muito respeito a um minuto de silêncio por todos os nossos camaradas que já não se encontram entre os vivos.
O alferes Pimentel, como o presente mais graduado, usou da palavra para agradecer a presença de todos e desejar que estes convívios continuem a acontecer.
Espontaneamente as senhoras presentes, reuniram-se e, formaram um "grupo coral" presenteando todos cantando o Hino Nacional. Momento este que, como habitualmente acontece, comoveu todos os presentes. É nestes momentos que se vê o brio e força que temos em ser portugueses.
Entretanto, comeu-se o bolo comemorativo, brindou-se com champanhe e combinou-se que para o próximo ano, 2016, o convívio será feito em Viana do Castelo com organização do Xavier (ex-furriel)
A seguir passamos algumas fotos do acontecimento "para mais tarde recordar”
”
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